Os vinhos da Herdade da Amada, dos empresários elvenses Helena e LuÃs Marvanejo são notÃcia na rúbrica “Must” do Jornal de Negócios.


A reportagem foca-se em quatro vinhos portugueses e as suas histórias: dois monocasta branco e tinto, uma novidade de Elvas e um Porto com identidade.
A novidade de Elvas a que a publicação se refere é nada mais nada menos que a mais recente aposta vitivinÃcola em solo elvense: A Herdade da Amada.


Sobre o vinho branco 2022, escreve-se na reportagem o seguinte:
Herdade da Amada Vinhas Próprias Branco 2022


O enólogo residente Bruno Pinto da Silva destaca o seu “sonho de fazer bem e fazer diferente”, assim como dos administradores LuÃs e Helena Marvanejo que adquiriram a propriedade em Elvas em 2018.
Explica que a herdade é “um dos maiores terroirs da PenÃnsula Ibérica com vinhas plantadas pelo método tradicional de enxertia tudo feito de uma só vez”. Acrescenta que o maior desafio deste branco foi “tentar encontrar o equilÃbrio entre uma boa maturação fenólica e de açúcares, mantendo a acidez natural”. O enólogo refere que este vinho “tem como base a casta roupeiro, em praticamente 60% do lote” e define-a como “desafiante, mas que, quando colhida sem sobrematuração, oferece vinhos riquÃssimos”. A complementar esta base, foram ainda incluÃdas as castas Arinto e Fernão Pires.


Quanto à vinificação, o enólogo recorda que a colheita das uvas foi manual e “rapidamente entraram para um contentor de frio na própria vinha, seguindo no dia seguinte para a adega”. Acrescenta que “a fermentação alcoólica ocorreu durante praticamente um mês e o vinho permaneceu em cubas de inox durante os seis meses seguintes sobre borra fina, até entrar na garrafa”.
Aponta entre 10 a 12 graus para o servir e garante que foi “desenhado e pensado para estar à mesa”. Salienta que “a sua acidez vincada permite-lhe ser uma excelente opção para peixes, mas também para pratos de carne”. Com o preço de venda ao público de €10,95 , Bruno Pinto da Silva acredita “num ótimo potencial de envelhecimento”, mas aconselha o seu consumo até aos cinco anos. O enólogo garante que se pretendeu “sentir a essência do Alentejo, com a leveza da sua modernidade” e revela que entre a equipa, quando apresentaram o projeto, disseram que “é um novo Alentejo, mais jovem, mais fresco, da uva à garrafa”.


O responsável pela enologia salienta que a Herdade da Amada se destaca pela sua “peneplanÃcie, uma paisagem tÃpica do Alto Alentejo, onde os acidentes de relevo se traduzem numa diversidade de altitudes que assumem um papel fundamental, tendo o seu ponto mais alto nos 306 metros”, pode ler-se na publicação.
Pode ler o artigo completo AQUI














There are no comments for this post yet.
Be the first to comment. Click here.