Foi há pouco mais de uma semana que o Alto de São Bento, em Évora, ardeu. Um total de 120 hectares de mato e pasto (dos quais oito são de domínio municipal) foram consumidos pelas chamas no dia 18 de julho.
Em visita ao local na manhã desta terça-feira, dia 26, João Rodrigues, vereador com o pelouro da proteção civil, mostrou-se “triste com o cenário desolador encontrado no pulmão da cidade, de onde despareceu um conjunto significativo da flora característica daquela zona”. O autarca garantiu, no entanto, que a recuperação vai começar de imediato com a limpeza e manutenção das estradas de acesso, a decorrer durante os próximos dois meses.
João Rodrigues revelou que as causas do incêndio permanecem ainda sob investigação das autoridades, aguardando-se a conclusão das averiguações. Recorde-se que no combate às chamas estiveram envolvidos 130 operacionais provenientes das diversas corporações do distrito, mais dois reforços de Setúbal, 35 viaturas e três meios aéreos. A coordenação esteve a cargo do CDOS – Comando Distrital das Operações de Socorro de Évora.
De referir que no principal miradouro da cidade funciona o Núcleo Museológico do Alto de S. Bento. Trata-se de um projeto educativo municipal que pretende valorizar e conservar o património natural e cultural do local que lhe dá o nome, aproveitando os moinhos recuperados pela autarquia.













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