… Gosto de falar de mim. De contar a minha história. Gosto que se saiba que o caminho não é sempre em frente, que é preciso lutar muito para colher frutos.
Assim tem sido a minha vida. Na melhor fase profissional de sempre, vejo reconhecido o meu talento, criatividade e empenho. Vi-me obrigado a renascer aos 33 anos, depois aos 40 e as vezes que forem precisas.
Digo isto sem nenhuma modéstia, porque de facto sou um trabalhador de mão cheia e um comunicador dos pés à cabeça. Foi (também) sobre isto que falei com o Aurélio Gomes no ‘Baseado numa história verÃdica’ do Canal Q.
Podem ver o vÃdeo aqui.
Não sou modesto. Não tenho de o ser. Basta-me calar algumas verdades para não matar gente de vergonha. Sempre disse: valho muito mais pelo que calo, do que pelo que conto. Seguramente!
Não me venham com esquemas, moralismos a cheirar a falso, arrebatamentos disto e daquilo. Fiz-me sozinho. Sei o que falo de viver na prática. Não de ouvir dizer ou ler nos livros. Sou um grande homem!









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