Os governantes de Portugal e Espanha foram recebidos em Elvas por manifestantes que protestaram sobre duas temáticas. Por um lado, vários elementos ligados ao setor da tauromaquia em Portugal fizeram-se ouvir, assim como “Os Verdes” que pediram o encerramento da Central Nuclear de Almaraz.
Diogo Durão, em representação do setor da tauromaquia, referiu que “é um ataque o que está aqui a ser feito e nós estamos aqui a dizer que não é admissível. Queremos que o senhor presidente olhe para o que se está a passar, porque hoje é tauromaquia amanhã é o rancho folclórico e depois o que lhes apetecer. Isto não pode ser”.


O setor diz não querer tratamento diferenciado, apenas o mesmo que nas restantes áreas culturais.
“O que nós pretendemos é ser tratado da mesma maneira que todas as outras manifestações culturais são: a música, o teatro, o cinema. A tauromaquia é a maior expressão cultural do país. Somos milhões e não há razão nenhuma para sermos tratados de forma diferente”, justificou.
Por seu lado, “Os Verdes” pediram o encerramento da Central Nuclear de Almaraz, em Espanha, a 110 quilómetros da fronteira com Portugal.


Este não é um protesto novo, mas ganhou novos contornos após os últimos acontecimentos.
O incidente de sábado, dia 26 de junho, e outro anterior, em 22 de junho, que levaram à paragem de reatores, “confirmam que esta central está obsoleta e representa um perigo enorme” para Portugal.
O protesto ocorreu esta manhã em Elvas, aquando da cerimónia de reabertura de fronteira entre Portugal e Espanha, com as presenças do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, do rei Felipe VI de Espanha, mas também os dois chefes de Governo, António Costa e Pedro Sánchez.












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