Rondão Almeida, eleito presidente da Câmara Municipal de Elvas, nas eleições do passado dia 26 de setembro, já reuniu com os eleitos pelo Partido Socialista e tornou público o seu desagrado por não ter alcançado um entendimento, ao mesmo tempo que acusa o PS de tentativas de inviabilização da eleição de Graça Luna Pais para presidir à Assembleia Municipal.
“Lamento que Nuno Mocinha e seus colegas, tenham decidido não aceitar pelouros e que optassem por ser oposição.
Mais lamento as tentativas, que andam a fazer para inviabilizar que a Doutora Graça Luna, seja a próxima presidente da Assembleia Municipal. Em democracia deve respeitar-se os resultados das eleições”.
Mais adiante, neste esclarecimento, Rondão Almeida, refere que “foram apresentados os cabeças de lista para presidente da câmara e da assembleia municipal, as duas pessoas estavam em todos os cartazes da campanha eleitoral para que o eleitorado pudesse escolher os seus presidentes.
Os Elvenses duma forma muito Clara escolheram RONDAO ALMEIDA para presidente da câmara e a Doutora Graça Luna para presidente da Assembleia.
Como se pode justificar que um candidato derrotado, pelo voto do povo, queira tomar o lugar de quem venceu as eleições”.
Por último, o presidente eleito para Elvas alega que “maus exemplos democráticos” estão a tentar ser praticados no concelho.
“Possivelmente, alguém está a tentar trazer para Elvas os piores exemplos da vida democrática portuguesa.
Os grandes derrotados, ainda não compreenderam, que entre os votos do PSD/CDS e do Chega, são mais do que os de Nuno Mocinha e seus colegas, não contando com os cerca de 4000 do MOVIMENTO CÍVICO POR ELVAS.
Os Elvenses nunca irão compreender qualquer tipo de coligação para que o grande derrotado das eleições possa assumir o cargo mais alto do poder local, a Presidência da Assembleia Municipal de Elvas.
Término, sugerindo responsabilidade ao partido que governou este concelho durante 28 anos e que tal como pediu no decorrer da campanha não queira transformar a NOSSA QUERIDA ELVAS, num pântano político”.













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