O Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional – CCDR do Alentejo, António Ceia da Silva, visitou esta sexta feira, 6 de novembro, as obras em curso na cidade de Elvas, que decorrem com apoio de verbas comunitárias.
Desta forma, o Presidente da CCDR visitou as obras de construção da nova escola do Ciclo de Santa Luzia, a Escola Básica 2,3 nº 1 de Elvas e as obras no Museu de Arqueologia e Etnografia António Tomás Pires.
No final, António Ceia da Silva, manifestou-se impressionado com o que observou em Elvas.
“Obras Impressionantes”


“São obras de grande valor e de mais valia para o território. Quero dar os parabéns à Câmara Municipal de Elvas e ao senhor presidente, porque de facto quer a escola quer o museu são impressionantes”.
“A escola será das obras mais significativas, em termos de investimento, mas também a nível da educação e social. Trata-se de uma obra única e fiquei extremamente impressionado com ela”.
Relativamente ao Museu, Ceia da Silva, foi categórico
“Este museu tem uma dignidade enorme e não tenho dúvidas que será premiado, a nível nacional, quer pela sua arquitetura, quer pela sua programação”, afirmou.
“Há financiamentos que não estão ainda totalmente assegurados”


Nuno Mocinha, Presidente da Câmara Municipal de Elvas, foi o anfitrião desta visita e considerou importante o encontro, que permitiu analisar o passado, observar o presente e projetar o futuro.
“Hoje pudemos revisitar a estratégia para Elvas, o nosso presente, uma vez que fomos à escola que é sem dúvida das maiores obras que o município tem, não só pelo valor, mas pela sua importância. Visitámos o museu, que está terminado, e que se prevê que seja inaugurado no mês de janeiro de 2021. Ainda não posso dizer exatamente o dia, porque estou pendente de outras instituições confirmarem a agenda”, anunciou o autarca.
Os financiamentos não estão ainda totalmente assegurados para todas as obras.
Nuno Mocinha, afirmou que “temos ainda um percurso a fazer no que toca a financiamentos, como é sabido no que toca a escola não temos o financiamento todo assegurado e no que toca à futura residência dos estudantes também há trabalho a fazer, porque ainda não conseguimos assegurar todo o financiamento”.


Plataforma Logística Polinucleada
Mocinha defende que “não podemos deixar fugir da agenda política grandes projetos de acessibilidades e, nomeadamente, a plataforma logística. Ela já teve vários desenvolvimentos. Nós nunca desistimos dela, mas para mim só tem uma solução: que esta plataforma pertença a uma plataforma Elvas/ Badajoz polinucleada, ou seja, que tenha um núcleo em Elvas e outro em Badajoz para permitir que haja sinergias de complementaridade e não haja concorrências”.
Por último, Nuno Mocinha manifestou-se confiante que ambas as entidades (Câmara Municipal e CCDR Alentejo) vão desenvolver um trabalho profícuo.
“Não vi promessas vãs por parte do presidente da CCDR Alentejo, mas sim disponibilidade para trabalhar em conjunto com o município de Elvas”, concluiu.












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