O Município de Alandroal contestou a resolução do Conselho de Ministros de 28 de agosto que estabelece as medidas de apoio aos territórios afetados por grandes incêndios, alegando que a mesma deixa de fora os prejuízos registados no concelho.
A autarquia já apresentou contestação junto do Ministério da Administração Interna, solicitando que seja revisto o período de abrangência da resolução e que sejam incluídos os incêndios de 16 de junho (642,2 hectares ardidos, na freguesia de Capelins) e de 8 de julho (1.375,8 hectares ardidos, em Terena, São Pedro, Santiago Maior e União de Freguesias de Alandroal).
O fogo de julho, em particular, foi considerado de grande complexidade, devastando várias explorações agrícolas e pecuárias, que representam, segundo a autarquia, prejuízos por hectare superiores aos registados em zonas de floresta.
O município acusa o Governo de tratar de forma desigual situações semelhantes, conferindo apoios a alguns territórios enquanto exclui outros que também sofreram danos significativos. Recorda ainda que Alandroal foi um dos concelhos com maior área ardida em 2025, defendendo que “é necessário repor a justiça neste processo, que já tanto sofrimento causou aos produtores locais e população”.













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