O Movimento Cívico Por Elvas já manifestou o seu descontentamento pelo facto de Sérgio Ventura ter aceitado o cargo de vereador a tempo inteiro na Câmara Municipal de Elvas.
Em reunião, o Conselho Deliberativo do Movimento Cívico Por Elvas decidiu por unanimidade, aprovar o seguinte comunicado:
“O MCPE vem manifestar aos seus eleitores a sua indignação pela postura de Sérgio Ventura que aceitou ser Vereador a tempo inteiro ao lado de Nuno Mocinha, quando o mesmo foi eleito pelo nosso Movimento. Nós próprios sentimo-nos traídos, o mesmo acontecendo com todos que votaram em nós. Assim sendo, estivemos a trabalhar com alguém que se regeu por objetivos completamente diferentes dos nossos.
A missão de um Movimento Cívico é algo de diferente do que é, num partido político. “
De acordo com o movimento liderado por Rondão Almeida “é triste porque estamos a assistir a mais uma atitude lamentavelmente egocêntrica que reforça o que o povo diz em relação a quem desempenha cargos políticos. Queremos no entanto assumir o nosso compromisso de lealdade perante todos os Elvenses, a fim de merecermos a vossa confiança, já que o Vereador em causa deixou de ser elemento do movimento. “
Sobre a Herdade de D. João, o Movimento Cívico Por Elvas insurge-se contra a venda daquele terreno, escrevendo que “Nuno Mocinha pretende agora vendê-la por Ajuste Direto a um presumível interessado, demonstrando falta de transparência e desespero financeiro, quando cada vez mais há exemplos negativos, desses atos administrativos, um pouco por todo o País.”
O Movimento de Rondão de Almeida acusa ainda a autarquia de colocar à venda mais três edifícios: “a situação financeira da Autarquia é de tal forma catastrófica que para além da venda da Herdade de D. João, pelo preço mínimo, já se propõe vender também em Hasta Pública, mais três prédios propriedade da Autarquia. Estranha forma esta, de “Elevar Elvas”, em que se vende o que é dos Elvenses, ao desbarato.”













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