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26 Fevereiro, 2026

Impasse político em Santa Eulália pode levar a novas eleições

Reunião do próximo dia 6 de março será decisiva para a definição do futuro governativo daquela junta de freguesia, no concelho de Elvas.

O Presidente eleito da Junta de Freguesia de Santa Eulália pelo Partido CHEGA, José Picado, em comunicado, informa “todos os fregueses sobre a convocação de uma nova reunião no dia 6 de março de destinada à eleição do executivo da Junta, um passo essencial para garantir o normal funcionamento das instituições e a continuidade dos serviços públicos que a população merece.
Ao longo dos últimos meses, foram realizadas diversas reuniões com o objetivo de constituir o executivo resultante das eleições autárquicas do passado dia 12 de Outubro de 2025. Contudo, apesar da vontade expressa nas urnas pelos fregueses que confiaram ao Partido CHEGA a responsabilidade de liderar a Junta de Freguesia  o processo tem sido sistematicamente bloqueado pelas forças políticas do PS e do MCPE.

Esta postura tem impedido a formação do executivo e colocado em causa os bons destinos da Freguesia, atrasando decisões fundamentais e criando um impasse que nenhum cidadão de Santa Eulália pediu ou merece. Mais do que uma divergência política, este bloqueio representa uma clara falta de respeito pelo voto popular e pela legitimidade democrática que dele resulta.

O Presidente eleito apela, por isso, à compreensão e ao apoio de todos os fregueses. A vontade expressa nas urnas deve ser respeitada, e a freguesia não pode continuar refém de estratégias partidárias que nada contribuem para o bem comum. Santa Eulália precisa de estabilidade, de trabalho e de soluções — não de obstáculos artificiais que apenas prejudicam a comunidade.

Caso estas forças políticas persistam em bloquear a formação do executivo, não restará alternativa senão devolver novamente a palavra aos fregueses através de novas eleições. Não é esse o caminho que desejávamos, mas será inevitável se continuarem a impedir o normal funcionamento das instituições e a vontade expressa nas urnas. Santa Eulália não pode ficar paralisada por cálculos partidários; a democracia exige respeito pelo voto popular e, se necessário, serão os próprios fregueses a reafirmar, de forma clara e inequívoca, quem querem ver a governar a Freguesia”.

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