A Comissão Política da Secção de Elvas do PSD emitiu, através de um comunicado, o resumo das intervenções da Vereadora Margarida Coelho de Paiva na última reunião de câmara.
Na comunicação à população elvense, esta força política refere que “No âmbito da Reunião de Câmara Municipal realizada no dia 8 de abril de 2026, importa dar conta das intervenções e posições assumidas pela Vereadora do PSD, Margarida Coelho de Paiva, quer no período antes da ordem do dia, quer no decurso da ordem de trabalhos, onde voltaram a surgir problemas de ausência de resposta.
No período antes da ordem de trabalhos, foi denunciado que o gerador do parque subterrâneo está avariado há meses, colocando em risco os utilizadores em caso de falha de energia. Foram ainda exigidos
esclarecimentos sobre o relatório de segurança, a atuação da Aquaelvas, as restrições do PDM aos agricultores sem consulta prévia e a ausência de respostas sobre o Hospital de Elvas.
Na ordem de trabalhos:
- Aprovação do Plano Municipal de Ação Climática, com reservas;
- Abstenção no regulamento de resíduos;
- Contas de 2025 com declarações críticas;
- Falta de apoio ao Elvas CAD, apesar do impacto económico do
evento que se irá realizar no próximo mês de maio.
Mas há dois factos que não podem ser ignorados:
A proposta de fiscalização da Aquaelvas continua a ser escondida da ordem de trabalhos.
E a proposta para ouvir a população sobre a Variante de Santa Eulália foi chumbada.
Isto não é governar, é decidir à porta fechada e fugir ao escrutínio.”, referem.















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