Os ministros das Finanças e da Economia apresentaram às primeiras horas da manhã desta quarta-feira, 18 de março, um pacote de medidas de apoio às empresas mais penalizadas pelo impacto da Covid-19.
Mário Centeno justificou “é hora de manter a economia a funcionar”.
Fonte: Público
IVA, IRS, IRC e retenções na fonte podem ser pagos em prestações
As empresas poderão, no segundo trimestre, pagar impostos e entregar retenções na fonte em três prestações mensais, sem juros ou garantias; ou em seis meses, com pagamento de juros de mora nas três últimas prestações.
Processos de execução adiados por três meses
Entre as medidas apresentadas por Mário Centeno, encontra-se o adiamento de processos de execução em curso ou a instaurar. Os 9200 milhões de apoios representam 17% do PIB trimestral, diz o ministro das Finanças, aludindo à riqueza gerada no segundo trimestre, ao qual se destina o grosso das medidas agora apresentadas
Centeno apresenta apoio de 6200 milhões em medidas fiscais e contributivas
O pacote total de apoios chega aos 9200 milhões de euros, diz Mário Centeno. Aos 3000 milhões em linhas de crédito, somam-se 5200 milhões de apoio traduzidos em adiamentos e diferimentos fiscais e 1000 milhões em adiamentos de contribuições.
Governo avança com 3000 milhões em crédito às empresas
Para tratar da liquidez haverá linhas de crédito de 3000 milhões, diz o ministro da Economia, Siza Vieira. A dotação global divide-se assim:
-Restauração: 600 milhões, dos quais 270 milhões para micro e pequenas empresas;
-Agências de viagens, organização de eventos: 200 milhões, dos quais 175 milhões para micro e pequenas empresas;
-Turismo outras empresas, como alojamento: 900 milhões, dos quais 300 milhões para micro e pequenas empresas;
-ITV, calçado, madeira, indústrias extractivas: 1300 milhões, dos quais 400 milhões para micro e pequenas
A amortização pode ser feita em quatro anos.
Fonte: Público









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