A Câmara Municipal de Elvas promoveu uma visita a algumas das mais importantes obras que recorrem atualmente no concelho: Laboratório de Inovação e Proteção de Plantas; Lar da Boa-Fé e Escola Básica 2, 3 de Santa Luzia.
Escola pronta e paga


A obra na Escola EB 2.3 de Santa Luzia está praticamente concluída. Foi isso que a comitiva presente nesta visita às obras constatou no local.
O futuro estabelecimento escolar vai ter capacidade para 625 alunos, do 5º ao 9º ano, 29 salas, quatro laboratórios, salas de professores, serviços administrativos, pavilhão desportivo, recinto de jogos e telheiros na entrada e principais trajetos.
A obra deve ser inaugurada já no próximo mês de julho.


O investimento global da obra foi de 7,7 milhões de euros financiados por fundos comunitários e pelo Ministério da Educação, de acordo com Nuno Mocinha.
Recorde-se que o executivo municipal elvense havia deliberado a contratação de um empréstimo até 2,7 milhões de euros, contudo “não houve necessidade de o utilizar e o mesmo foi cancelado”, garantiu o autarca.


Nesta equação, a parte comparticipada pelo município de Elvas prendeu-se com a requalificação da estrada de acesso à escola, no valor de “250 mil euros” e para o equipamento e mobiliário da escola, “na ordem dos 500 mil euros”.


Nuno Mocinha garantiu ainda que de todos estes valores “falta apenas faturar 50 mil euros, o resto está tudo pago”.


Lar da Boa Fé vai albergar 34 utentes. Obra prossegue


A obra de construção do lar da terceira idade, no Bairro da Boa-Fé prossegue no concelho de Elvas.
O espaço foi visitado esta quarta feira, 16 de junho.
A obra em curso é feita no edifício do Centro de Dia António Real da Costa, que preenche o rés-do-chão da edificação.


No primeiro andar, vai funcionar o lar da terceira idade com capacidade para 34 utentes.
A empreitada em curso tem um custo na ordem do um milhão e 200 mil euros, dos quais 85% são financiados por fundos comunitários.
Este equipamento social afigura-se, para a Câmara Municipal, como “uma grande mais-valia para a população do Bairro da Boa-Fé”, que, para lá do centro de dia já ali existente, “vai passar a ter à sua disposição um lar moderno e bem equipado”, numa estrutura para dar resposta social a esta zona da cidade.
A gestão do Lar ficará a cargo da CLEPSIDRA-Associação de Apoio Social de Elvas.
38 Novos postos de trabalho ao serviço da ciência em Elvas


A obra do Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia (CVTT) prossegue no Instituto Nacional de Investigação Agrário e Veterinária (INIAV) Elvas, na antiga Estação de Melhoramento de Plantas.
Os Laboratórios Colaborativos têm como objetivo criar emprego altamente qualificado nas regiões menos povoadas do país.
O Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia de Elvas é único na região do Alentejo e integra uma rede de 36 Centros existentes em todo o país, dos quais sete estão localizados no interior do território nacional.
O InPP tem, atualmente, contratados 38 pessoas, 16 das quais doutoradas, 17 mestres e cinco licenciados.
Criar Valor


Com a visita a esta obra, o Presidente do Município, Nuno Mocinha pretendeu mostrar aos participantes na visita a importância deste projeto, nomeadamente na criação de valor, ao mesmo tempo que lembrou que “sem a intervenção do município, a antiga Estação de Melhoramento de Plantas nunca podia aproveitar este investimento nem dar este salto qualitativo”.
O autarca recordou que se trata de um investimento global de 2,5 milhões de euros, dos quais 85% são provenientes do programa Alentejo 2020 e os restantes 15% do município de Elvas, nomeadamente para adaptação das condições à instalação de laboratórios e infraestruturas modernas.
Missão: desenvolver biopesticidas inovadores para proteger as culturas mediterrânicas
O InPP tem com missão desenvolver biopesticidas inovadores para proteger as culturas mediterrânicas. Para cumprir esta missão, vão utilizar-se os mais modernos conhecimentos científicos para, em colaboração com diferentes instituições interessadas, resolver os problemas que se colocam à agricultura mediterrânica, devido à redução da disponibilidade de princípios ativos e ao surgimento de novas pragas e doenças, para as quais não há soluções de prevenção e combate.












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