O Memorando de Entendimento sobre Cooperação Transfronteiriça em Saúde realizou – se esta quarta-feira, 4 de julho, nos Paços do Concelho.
Este documento vai permitir aos profissionais dos dois lados da fronteira, trocar experiencias, pode facilitar a formação em Portugal e Espanha.
A Assinatura do Memorando de Entendimento sobre Cooperação Transfronteiriça em Saúde poderá ainda permitir apresentar candidaturas em conjunto aos fundos europeus.
João Moura dos Reis (ULSNA) “ficamos melhor quando criamos entendimentos”


O presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA), João Moura dos Reis marcou presença neste encontro. Após a leitura do documento, João Moura dos Reis adiantou que este é um momento importante, “ficamos melhor quando criamos entendimento, pontos de união, complementaridades”. Para este responsável a ULSNA é “disto um bom exemplo, pois tem no seu seio muitos profissionais de saúde oriundos da região da Extremadura e de outros pontos de Espanha”.
José Vergeles Blanca “intercâmbio de conhecimentos”


O conselheiro de Saúde e Políticas Sociais da Junta da Estremadura, José Vergeles Blanca, no seu discurso destacou a importância deste memorando na prestação de cuidados de saúde, em várias áreas.
Um documento “importante para que colaboremos, de forma coordenada, na atenção aos cuidados primários, aos cuidados continuados, na hospitalização de um e outro lado”, assumindo a importância também “no intercâmbio de conhecimentos, o que nos vai enriquecer muitíssimo, sendo assim um motor de desenvolvimento, porque teremos a oportunidade de compartilhar projetos que estejam financiados pelos fundos europeus”.
Nuno Mocinha “próximo passo passa por constituir equipas de trabalho para encontrar soluções para os problemas nesta área”


Nuno Mocinha, presidente da Câmara Municipal de Elvas, destacou que no futuro este memorando pretende melhorar a aérea da saúde, “o próximo passo passa por constituir equipas de trabalho para encontrar soluções para os problemas nesta área, para que as populações possam usufruir dos serviços de saúde dos dois lados da fronteira que melhor se adequém às suas necessidades.”













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