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ActualEconomiaEurocidade
2 Junho, 2016

A oportunidade e promessa de desenvolvimento da Eurocidade

Além do aparente caos, a analise da complexidade, e a orientação transformadora que significa, estabelece uma ordem, uma organização e um propósito nos processos geridos por entidades privadas e/ou por entidades e departamentos públicos.

Ainda mais, em Ciência Espacial, a consolidação do paradigma de rede como base para a leitura moderna da conjugação de sistemas múltiplos que trabalham no território complementam as abordagens correspondentes para a observação e a melhoria dos espaços bio-geo-socioeconómicos.

Por último, tendo em conta o famoso poema de T.S. Eliot, não só devemos nos preocupar da regeneração e atualização nova e permanente de informação (em bases de dados geográficas, económicas, sociais, meioambientais e ate de big data, correspondentes a geográficos GIS, socioeconómicas e meioambientais matrizes SAM ou á Smart Cities), mas devemos dar facilidade para a elaboração de relatórios permanentes como base de conhecimento que deve ser a origem para encaminhar a mais sábia transformação política da realidade.

Não equacionamos de outra maneira a oportunidade e a promessa de organizar com visão e missão conjunta e conjugada a coordenação do plano estratégico (seja num livro branco ou não) da Eurocidade, de um observatório permanente e não esporádico, com criação permanente de dados, mas também com relatórios periódicos e as diferentes ações e o seu financiamento publico e privado, previsto e programado para transformar e desenvolver o nosso território.

Evidentemente que a AECT, que já está a ser definida, mas também a sua institucionalização ampliada, completa e eficiente com atores e experts públicos e privados deverá facilitar toda esta coordenação e coparticipação societária e de entidades.

Esperamos não só o início do impulso, mas também a correta definição, conjugação e coordenação de peças para que a sinergia e a retroalimentação transformadora positiva na prática seja a maior e melhor possível colocando num outro patamar de desenvolvimento as nossas terras.

Nota: Texto escrito por Luís Fernando de la Macorra y Cano – Professor de Economia Regional na Universidade da Extremadura.

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