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ActualEconomiaEurocidade
4 Novembro, 2016

Mapa Mental e Cartográfico da Eurocidade

De La Macorra defende a criação de mapas e visões da Eurocidade Elvas/Badajoz/Campo Maior.

Desde o convénio assinado entre Elvas e Badajoz, em 2013, e o mais recente alargamento do projeto a Campo Maior, que se tem evoluído com a Eurocidade, apresentando-se o projeto dentro e fora das nossas fronteiras e definindo programas, que deverão assentar as bases nos avanços preliminares institucionais e estruturais e no seu relacionamento com os eurocidadãos.

No entanto, para poder ganhar mais visibilidade neste processo que, por momentos e por meses, permanece oculto, revela-se importante criar mapas e visões da Eurocidade.

Devemos criar um mapa cartográfico da Eurocidade Elvas/Badajoz/Campo Maior, de tal forma que todos possamos ver representado em múltiplos lugares e de variadas maneiras o nosso mapa, mas não é menos importante fixar nas cabeças dos eurocidadãos, o mapa mental da Eurocidade continuadamente e isto só se faz criando consciência e vivência de eurocidadão todos os dias.

Um mapa cartográfico com relevo para poder divulgar em todos os centros de ensino e nas instituições públicas, e inclusive privadas, das três localidades, marcando claramente a fronteira para que ninguém pense que somos uma nova entidade ou país, mas sim uma unidade geográfica europeia de cooperação e de trabalho estreito e conjunto.

Desta forma, as pessoas acabam por ver e saber qual é o âmbito territorial da nossa Eurocidade: a composição e as mais valias, colocar o vídeo da Eurocidade e promove-lo convenientemente na internet e nas redes sociais fará que todos pensemos mais no que a Eurocidade é, pode e deve ser.

Por último e não menos importante, o trabalho de facilitar uma agenda cultural conjunta, que já alguns privados estão a tentar fornecer, mas também a aparição nos meios de comunicação de programas, entrevistas, escritos, seja de imprensa, radio e/ou televisão do que é a Eurocidade, do que acontece em termos sociais, empresariais, económicos dos dois lados da fronteira, fornecer de noticias, conhecimentos, respeito e valorização o nosso património, as nossas atividades e aos nosso eurocidadãos.

E principalmente, começa a criar, mais além do domínio mais perfeito ou imperfeito do espanhol e do português, uma consciência e um mapa mental em todos nós, de que a Eurocidade existe e não são apenas esses projetos que estão na petição à União Europeia, ou alguns escritos, artigos, livros, “sites” ou intervenções do professor de la Macorra.

Neste sentido, também é necessário que as duas autarquias informem com regularidade sobre a Eurocidade, se teve ou não avanço, sobre o que é que se está a fazer, em que ponto da situação nos encontramos e o que está previsto para o futuro próximo e longínquo, ou mesmo até informar sobre quais são as dificuldades.

E é necessário a colaboração entre a sociedade civil e privada para ir criando e convertendo num hábito esses mapas cartográficos e principalmente mentais que fará existir a Eurocidade por gerações para além da nossa.

Texto escrito por Luís Fernando de la Macorra y Cano – Professor de Economia Regional na Universidade da Extremadura.

delamacorra

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