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ActualCulturaRegional
13 Julho, 2019

Casa Tangente apresenta “E o Estado não é de quem manda?”

A Casa Tangente é dirigida pela Associação UMCOLETIVO.

A Casa Tangente, em Elvas, acolhe este sábado, 13 de julho, a peça “E o Estado não é de quem manda?” – variações sobre Antígona e textos do quotidiano.

A sessão tem início às 18:30.

O trabalho tem a assinatura da Folha de Medronho, companhia residente em Loulé cujo trabalho é também marcado pela relação com os países da Lusofonia.
As portas da Cada Tangente abrem às 18 horas e a “conversa dura enquanto houver vontade e não se gastarem as palavras”.

A Casa Tangente é dirigida pela Associação UMCOLETIVO.

“E o Estado não é de quem manda?” – Sinopse

«Na montagem de ‘E o Estado não é de quem manda? – variações sobre Antígona e textos do quotidiano’, interessou-nos na obra seminal de Sófocles a reflexão sobre conflitos fundamentais da existência humana em sociedade, designadamente entre a razão de Estado e as liberdades individuais.

Interessou-nos também a ausência de maniqueismos, assim como a contestação feminista à ordem política machista da Grécia antiga (mesmo nas cidades mais democráticas como Atenas): toda a contestação é protagonizada por uma mulher.

Interessou-nos e motivou-nos a projecção do eixo temático no nosso quotidiano, procurando o real (ou a actualidade) no contemporâneo.

A reflexão sobre os conflitos e a ausência de maniqueísmos impeliu-nos à construção de um espectáculo em que a malha dramatúrgica se foi tecendo ao ritmo da pesquisa dos actores em palco (experienciando formas de representação) e da recusa de percursos estéticos normalizados/caucionados, antes induzindo a procura de trilhos estéticos interpelantes, em linha com o confronto Antígona-Creonte.»

Ficha artística e técnica

Autoria: a partir de Sófocles e textos do quotidiano Dramaturgia: António Sofia e João de Mello Alvim
Encenação: João de Mello Alvim
Assistência de encenação: António Sofia
Apoio vocal: Sara Mendes Vicente
Elenco: Alexandra Diogo, Mariana Teiga e António Sofia
Coro: Armando Correia, João Caiano e Tápe
Figurinos e espaço cénico: João de Mello Alvim
Desenho de luz: António Sofia
Fotografia: Henrique Lopes
Vídeo: Ray Duarte (Bonny)
Produção: Alexandra Mello Alvim (direcção); António Sofia e Mariana Teiga
Co-produção: Folha de Medronho – Artes Performativas/FITA – Lendias d’Encantar (Beja)
Apoio: Fundação Calouste Gulbenkian
(integrada na ‘Bolsa de Apoio ao Teatro 2019’ da Câmara Municipal de Loulé/Cine-Teatro Louletano) e Tiago Leal (Agrupamento de Escolas Tomás Cabreira – Faro)

Duração: 60 minutos

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