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13 Março, 2018

Barragem do Pisão analisada em Campo Maior

 

A construção da Barragem do Pisão, no concelho do Crato, foi o tema para uma reunião ocorrida na passada segunda-feira, 12 de março, na vila de Campo Maior.

A Barragem do Pisão, concelho do Crato, começou a ser referenciada nos anos 40 do século passado, mas foi em 1957 que tiveram início os primeiros estudos, com a elaboração do Plano de Valorização do Alentejo, pela Direção Geral dos Serviços Hidráulicos.

Desde então sucederam-se os estudos, nomeadamente o que foi realizado em 1980 pela Direção Geral dos Recursos e Aproveitamentos Hidráulicos, que reformula os anteriores, dando resposta aos condicionalismos que vinham sendo apontados ao projeto.

De 1997 para cá, foram três os primeiros-ministros que anunciaram a realização da obra, mas apenas se realizaram estudos de Viabilidade Ambiental e Económica em 2000-2001 e em 2007.

Nesta sessão de trabalho estiveram presentes vários membros da CIMAA (Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo), entre os quais o seu presidente, Ricardo Pinheiro, os deputados da Assembleia da República eleitos pelo distrito de Portalegre, Luís Testa e Cristóvão Crespo, o vice-presidente da Direção Regional de Agricultura do Alentejo, José Velez, autarcas dos Municípios do Crato, de Alter do Chão e de Avis e representantes da Associação de Agricultores do Alto Alentejo e da Associação de Produtores Agrícolas de Precisão.

CIMAA “Pisão é uma prioridade para o Alentejo e para Portugal”

Para a CIMAA, “só com desenvolvimento económico e criação de emprego é possível estancar a regressão demográfica e o envelhecimento da população que, sendo preocupantes para o país, assumem neste território, já hoje, foros de insustentabilidade.  Assiste-nos a convicção de que, face aos pressupostos e às realidades do presente, o Aproveitamento Hidráulico de Fins Múltiplos do Crato – Pisão, é uma prioridade para o Alentejo e para Portugal.”

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